
Quizera eu ter a coragem Alícia, vinda das bandas do Norte. Morena jambo, formosa como as manhãs ensolaradas do meu Corumbazul...fogosa como o vento das manhãs em grande movimentos. Cheia de rodopios e de trejeitos...Ah! Alícia!...como era bela e astuciosa!
Me lembro das suas peraltices com nossos irmãos machos, você ludibriava todos com seu jeito certeiro de enganar... das rizadas gostosas e fatídicas, ia levando de eito do inocente ao astuto.
Traição para Alícia era sinônimo de satisfação habitual.Dos seus relacionamentos nunca satisfez com um por vez...sempre enrrolando dois e a vida dela assim segue seu curso normal até hoje.
Casou-se. Uns meses depois de ter o primeiro filho, lá estava Alícia pulando a cêrca. Um segundo, um terceiro filho,seu tempo reduzido, mas mesmo assim nas poucas horas vagas que lhe restavam, lá estava Alícia satisfazendo seus pazeres carnais.Seguindo a linha do tempo desse jeito, ainda sem jeito, hoje uma sexagenária,continua costurando pra fora e abrindo buraco na cerca, pois hoje pular ela não pula mais.Eita que saudade de Alícia!!!!!


